Lovely.
Eu te juro, te juro amor eterno...
Não me confunda com essas meninas bobas que tem medo de viver, muito menos, com essas que conseguem tirar a roupa no primeiro encontro. Saiba que não suporto meio-termo, intensidade é obrigatório. O morno me cansa, me consome inteira por dentro. Aceite meu lado mulherzinha que chora com a novela das 20h, mas ri alto com filmes de terror. Respeite o meu silêncio, que é mais produtivo que meu estado de euforia. Tente entender que vivo em um eterno carnaval de emoções inexplicáveis.
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“Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podíamos esperar por crescer?”